A ciência tenta explicar a criação do universo de diversas maneiras, tratando vários assuntos do ponto de vista científico, tomando como principal pré-suposto a teoria do evolucionismo, que certamente é uma teoria fantástica, construída com muito esforço de toda comunidade científica a qual participaram diversos atores que compuseram o evolucionismo como conhecemos hoje.
Podemos partir do princípio que, a teoria do evolucionismo é parte do que conhecemos sobre nós no universo, levando em conta a nossa pequena participação no cosmos, somos insignificantes e pouco sabemos sobre nós e nossa existência diante dos acontecimentos astronômico que cercam o nosso pequeno sistema solar em toda sua plenitude. Os métodos aplicados ao conhecimento científico são universais e podem ser aplicados em muitas teorias, concernentes ao nosso universo, o que nos estranha é pensar que a ciência em sua grandeza constituída, não utiliza de conhecimentos e teorias que divergem do evolucionismo, sabemos que o evolucionismo é parte de um construto comum de uma comunidade que metodologicamente utilizou dispositivos para comprovação de sua integralidade. Mas o principal porquê, se encontra no simples fato dessa metodologia não ser aplicada a outras teorias como o criacionismo científico, criacionismo bíblico, design inteligente e outras teorias.
É preciso entender que no processo de criação de qualquer teoria, seja possível afastar qualquer tipo de preconceito abstraindo idéias para um fim comum ao estudo proposto, destarte vislumbramos a grandeza da teoria e a importância dos atores envolvidos. Tanto ateus como teístas trabalharam num mesmo objetivo afim de encontrar respostas aos questionamentos diversos explícitos e implícitos no processo de construção da teoria evolutiva. Tomando essas características como ideia de uma construção científica, podemos imaginar a grandeza do que seriamos se a mesma conjuntura, fosse utilizada para fortalecimento de outras teorias, que fazem parte da ciência mas o partidarismo científico aliena o conhecimento reafirmando o paradoxo da verdade absoluta.
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